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  • Foto do escritorJefferson W. Santos | Ad Astra

Sobre trancas, ladrões e arrombamentos.

Atualizado: 26 de fev.



Considerações sobre o RISCO na vida privada.

O que é um RISCO?


O RISCO é um FATOR cuja existência depende de ações ou de omissões de pessoas, de causas latentes existentes (oculta ou explícita) em estruturas, material, equipamentos etc. ou de ordem natural (eventos climáticos -vento, chuva, neve, seca etc.-, acomodação de solo -erosões, deslizamentos etc.-).


O RISCO é uma condição latente (oculta ou explícita) pois depende de um VETOR cuja deflagração advém de qualquer um dos vetores acima citados.


A dinâmica do RISCO, uma vez deflagrado, evolui para o PERIGO e culmina (encerra) em uma PERDA.


Esta PERDA pode variar de intensidade, dano ou prejuízo: um atraso, uma multa, um distrato, uma interdição, um sinistro etc.


A deflagração, a evolução e o encerramento dependerão da POSTURA que o indivíduo (ou a empresa, ou a organização, ou a instituição) adotar para com o RISCO. Quais seja: a prevenção (a antecipação), o confrontamento e a mitigação.


Um indivíduo tem uma intenção, precisa lidar com o RISCO para atingir seu OBJETIVO (qualquer que seja o objetivo).


Para um melhor entendimento acerca da importância de se adotar posturas resolutivas sobre os RISCOS, passemos a alguns poucos exemplos na vida privada do indivíduo:


  • Uma alimentação matutina (intenção) sem os produtos (não comprados anteriormente), sem fornecimento de gás ou de energia elétrica (por falta de pagamento ou de manutenção preventiva nas instalações) não foi concluída a contento (objetivo);

  • Atividades domésticas corriqueiras (intenção) com falta de produtos (não comprados anteriormente), com problemas de funcionamento dos utensílios domésticos (falta de manutenção preventiva -preditiva-), com problemas de curto-circuito, ou de vazamento -gás ou água- por falta de manutenção preventiva ou preditiva. Os objetivos não foram atendidos gerando atrasos nas atividades domésticas dependentes (perdas) ou vazamentos, fragilização de estrutura da residência ou incêndio ou explosões (perdas);

  • O pagamento de uma fatura (intenção) ao fim do dia sem acesso à internet (problemas na rede, ou atraso no pagamento da fatura do provedor de internet) não foi concluído (objetivo não atingido), gerando multas (perda);

  • Um deslocamento para o local de trabalho (intenção) com o veículo com problemas de funcionamento, com atrasos no atendimento de taxis ou serviços equivalentes, com trânsito congestionado (fluxo, paralizações diversas – dano nas vias-, manutenção, greves, movimentos sociais etc. impossibilitando o objetivo ser atingido gerando atraso (perda), reclamações ou desistência de clientes (perda), eventuais multas ou destratos (perdas) etc..

São muitas e variadas as situações no dia a dia cujos condicionantes ou vetores deflagradores só ocorrem em função da POSTURA -reativa ou proativa- que qualquer indivíduo vier a adotar.


Vivemos em uma sociedade cuja formação e idiossincrasia não nos impele a encarar RISCOS como realidade tampouco somos adeptos, em ampla quantidade de cidadãos, a contratar seguros para bens e atividades além dos tradicionais (veicular e empresarial).


Via de regra, temos a postura ou de ignorar ou de contemporizar com os RISCOS.


Entre a intenção e a realização de qualquer objetivo está a POSTURA por intermédio da qual enfrentamos ou ignoramos os riscos.


Para ampla maioria da sociedade, vale o velho ditado: “Casa arrombada, tranca nas portas.”


Esse artigo, portanto, tem o objetivo de estimular uma profunda reflexão acerca dos RISCOS e de seu enfrentamento em nossa vida privada e profissional.

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