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  • Foto do escritorJefferson W. Santos | Ad Astra

A Influência dos Agentes Intervenientes

Atualizado: 24 de jan. de 2023



Aliada à análise dos Fatores Econômicos de Produtividade (FEP) esse conjunto de fatores essenciais permite avaliar, com maior profundidade, o ambiente externo de uma empresa são os agentes intervenientes.


Assim os denominei para efeitos de aulas, resoluções de “cases”, treinamentos e mentorias, porque cada um deles tem o mérito de auxiliar na gestão estratégica de uma empresa, mas, também, tem o potencial de dificultar ou mesmo inviabilizar o negócio da empresa.


Da mesma forma, os parâmetros neles contidos precisam ser avaliados na fase de Planejamento por intermédio da ferramenta P.E.S.T quando são verificados eventos e fatores nos campos Político, Econômico, Sociocultural e Tecnológico.


A seguir, serão apresentadas as formas por intermédio das quais aqueles agentes interferem nas atividades dos setores, fornecedores e clientes.


Convém, dessa forma, avaliar os impactos dos Agentes Intervenientes:

  • Nos Fatores Econômicos de Produção;

  • Nos setores da empresa;

  • Nos fornecedores;

  • Nos parceiros;

  • Nos clientes; e

  • Nas empresas correlatas.


O elenco dos agentes intervenientes


A primeira subdivisão diz respeito aos:


Fatores Intervenientes

  • Legislações trabalhistas; tributárias; ambientais etc.

  • Certificações ISO

Para esses convém que a empresa tenha um setor ou uma equipe apta a lidar com esses documentos, certificações e contratos etc. tanto de origem externa como interna. Aos setores internos, fornecedores, terceirizados e clientes devem ser disponibilizadas informações, atualizações, subsídios legais e consultorias para viabilizar decisões não só de âmbito e alcance setoriais bem como abrangendo toda a empresa, fornecedores, clientes etc.


Já a segunda subdivisão trata dos:


Atores Intervenientes

  • Agências Públicas; Reguladores e Fiscalizadoras (TCU, IBAMA, ANVISA, DETRAN, etc.);

  • Sindicatos;

  • ONG;

  • Imprensa

A atuação destes na eficiência e na produtividade das atividades (operacionais e administrativas) no âmbito de uma empresa pode se dar por intermédio de questionamentos ou interrupções de natureza jurídica ou mesmo, chegar ao nível de interrupções das atividades de forma temporária ou definitiva.


Para esses convém que a empresa tenha um setor jurídico bem estruturado ou que conte com uma empresa terceirizada para tal fim.


Como exemplo, para efeito de atendimento aos órgãos de fiscalização e de controle as empresas são oneradas em ter que criar um setor específico ou contratar serviços de back office.


Por fim, a terceira subdivisão tem uma conexão estreita com os problemas de origem na infraestrutura crítica quando esta é incipiente ou com constantes problemas ou dificuldades para se estabelecer medidas de manutenção preventiva.


Já para estes convém salientar que poderá haver prejuízos financeiros em função de danos às estruturas prediais ou na integridade de veículos, material de apoio logístico e suas partes.


Eventos Intervenientes

  • Alagamentos;

  • Enchentes;

  • Engarrafamentos;

  • Deslizamentos de solo e erosões;

  • Apagões de energia elétrica.

Uma vez conhecidos os componentes dos Agentes Intervenientes, cabe ressaltar que para efeito de planejamento estratégico, convém estimular que os demais setores mantenham registros históricos dos problemas já ocorridos e as soluções que foram adotadas para solucionar ou mitigar os impactos deletérios.


Uma alternativa para caso de não haver tais registros disponíveis é a constante consulta às demais empresas correlatas. Daí a necessidade de se manter um volumoso e consistente portfólio de empresas congêneres no networking da empresa.


A frequência no diálogo e trocas de informações e de experiências entre os setores, fornecedores, empresas terceirizadas e, caso pertinente, entre os clientes, permitirá às lideranças da empresa a antecipação aos óbices e desafios comuns a esse elenco de agentes intervenientes.


Em função da constante interferência do Estado por intermédio de seus órgãos públicos e das agências reguladoras, a análise do ambiente externo no qual residem esses agentes deve ser prática corriqueira e disseminada na cultura operacional dos setores.


A antecipação aos problemas e desafios deles oriundos é que permitirá a empresa a manter elevados os níveis de eficiência, produtividade e de competitividade.

 

Esse é um artigo original do autor e professor Jefferson W. Santos.


Em caso de compartilhamento ou utilização desse material, favor dar os devidos créditos.


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